Na vida, percebemos que no fim e todas as paixões, sempre há uma escolha a ser feita. Às vezes, escolhas que eu preferiria não ter de fazer, só de pensar em como tudo era mais simples no começo. O enredo é sempre o mesmo! Duas pessoas apaixonadas, que não estão mais juntas, e que por razões maiores, não podem ficar juntas no momento. É sempre assim, mudam os motivos, e as pessoas, e só. Já me acostumei com este quadro, e até parece uma conspiração, um castigo, ora. Porque todos os "maiores romances" da minha vida são destinados à tragédia? Mas não desisto, acredito que ainda há uma lição a ser dada, de tudo que eu fizer não me arrependerei uma gota, haverá o medo de amar, eu sei, mas nunca o receio de chorar por aquilo que foi verdadeiro.

Esperar, ou esquecer? Opção 1: viver sempre esperando algo maior, suportar a dor e desenvolver a capacidade de sangrar sem demonstrar, desejando uma pessoa, e torcendo para que, por ventura, você volte com ele(a). Arriscado, mas o tolo coração é cego aos olhos encantados. Ou a opção 2, que se subdivide SOFRER e SUPERAR. O período pode ser longo e difícil, porém é milhões de vezes mais eficaz que a espera. Convenhamos, você vai ficar mal, você vai sentir falta, e pode até perder o sentido de viver em alguns momentos. Mas vai passar, você não vai morrer (eu espero); a gente acaba achando felicidades em outras coisas, e aprendemos a amar mais à nós mesmos. Enterramos no passado o que sabemos que não faz mais parte do nosso presente, e sem mais chance para um futuro.
Em min'alma, as marcas que antes berravam, hoje sussurram em sopros incansáveis. Que não vão embora. A questão é: será possível apagar toda a lembrança de um amor? Sinceramente não sei, por nunca ter conseguido. Você permanece aqui, em mim.
